Por Altamiro Silva Junior
Las acciones de Alimentos Fictor estrearam na B3 nesta semana em um mercado que já vai para o quarto ano seguido sem novas ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês). Para chegar à Bolsa, a companhia fez um “IPO Reverso”, que é quando uma companhia fechada compra uma empresa listada – tendência que alguns bancos consultados pelo Broadcast acreditam que deve crescer em 2025.
Fictor Alimentos surgió después de que Fictor Holding y AQWA Capital compraran, por R$ 20 millones, cerca de 76% de las acciones de Atom Empreendimentos e Participações, también conocida como Atompar, que era la empresa que cotizaba en B3 con el ticker ATOM3.
Nova estrutura e foco estratégico
Com a aquisição, foi aprovada a alteração da denominação social da empresa, que passou a se chamar Fictor Alimentos, focada no setor de proteína animal e interessada em adquirir ativos no setor de agronegócios. A companhia estreou na B3 como uma “holding pura, com a finalidade de captar recursos para fazer alocações estratégicas”, de acordo com comunicado, visando valorizar as ações da Fictor Alimentos a longo prazo.
Inicialmente, el objetivo es invertir en empresas del sector avícola, pero también se dirige a otros segmentos, como el de las proteínas animales. El objetivo al invertir en empresas es ser el accionista de control o tener una participación significativa, "con la función de gestionar estratégicamente una cartera de inversiones, siempre con el objetivo de aumentar el valor y la eficiencia del grupo de empresas controladas".
¿Cómo negociar las acciones de Fictor Alimentos?
No IPO reverso, a Fictor herdou o ticker anterior da Atom, o “ATOM3”, que ontem foi atualizado para “FICT3“. Às 13h48 desta sexta-feira, o papel cai mais de 11%, cotado em R$ 3,70, mas acumula alta de 469% em 2024.
Só em dezembro, as ações da Fictor Alimentos subiram 221%, em meio à operação de reorganização societária e pelas mudanças no conselho e na diretoria executiva do grupo. O grupo Fictor tem operações no agronegócios, finanças, infraestrutura e no setor de energia, além da empresa de pagamentos FictorPay.
