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08/03/2025 | 14:22

Día Internacional de la Mujer: un llamamiento a la igualdad en el mercado financiero

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Por Márcia Campos

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem raízes históricas ligadas à luta das mulheres por melhores condições de trabalho, igualdade salarial e direitos políticos. No início do século XX, a presença feminina no mercado de trabalho era restrita a poucas áreas, com destaque para empregos na indústria têxtil.

Con salarios inferiores a los de los hombres, largas jornadas laborales y sin protección laboral, la realidad de las mujeres estaba marcada por la desigualdad, por no hablar de las horas de trabajo doméstico en sus propios hogares.

Evolução histórica e desigualdade

Ao longo dos anos, houve avanços na inserção das mulheres no mercado de trabalho brasileiro, um dos temas centrais do Dia Internacional da Mulher. Segundo o Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE), a participação feminina na força de trabalho cresceu de forma significativa nas últimas décadas: em 1970, apenas 18% delas trabalhavam. Nos anos 2000, esse número chegou a 40% e, atualmente, gira em torno de 54%.

Mas, apesar desse crescimento, a desigualdade salarial persiste e incomoda. Segundo o relatório de Transparência Salarial do Ministério do Trabalho e Emprego, publicado em setembro de 2024, as mulheres brasileiras recebem 20,7% menos que os homens.

O mercado financeiro no Dia Internacional da Mulher

E no mercado financeiro? Olhando para o setor sob o aspecto do perfil de seus investidores, essa disparidade debatida no Dia Internacional da Mulher também é visível.

De acordo com dados da B3, em 2024, o Brasil contava com mais de 6 milhões de investidores pessoa física na bolsa, mas apenas 25,73% eram mulheres. Isso representa apenas 1,5 milhão de CPFs femininos. Para comparação, esse percentual era de apenas 23,77% em 2015, mostrando um avanço ainda tímido.

É louvável que mais de 1 milhão de mulheres tenham começado a investir nos últimos cinco anos, mas a participação feminina segue estagnada nesse quadro, com os homens representando 75% dos investidores. Outro dado da B3 aponta que, no mesmo período, as investidoras demonstraram menor diversificação de ativos em comparação aos homens.

Al mismo tiempo, la representación femenina en la alta dirección de las empresas también refleja estas barreras y disparidades. La cuarta edición del estudio Women in Shares, realizado por B3, muestra que más de la mitad de las empresas que cotizan en bolsa (56%) no tienen ninguna mujer en el consejo de administración, mientras que 37% no tienen ninguna mujer en el consejo de administración.

Políticas de igualdade mudam o cenário?

Os dados mostram que, mesmo com políticas de incentivo à diversidade debatidas no Dia Internacional da Mulher, ainda há resistência estrutural, ainda há resistência estrutural à presença feminina nos cargos de tomada de decisão. Além das dificuldades enfrentadas para ingressar no mercado financeiro, barreiras culturais e a persistente disparidade salarial contribuem para a manutenção desse cenário desigual.

Un historial de menores ingresos significa que las mujeres disponen de menos recursos para invertir, mientras que la falta de representación en los entornos empresariales y financieros reduce su confianza a la hora de tomar decisiones financieras.

La igualdad de género en los mercados de capitales y en el entorno empresarial es una cuestión que debe resolverse. Para que la participación femenina crezca significativamente, es necesario combatir las desigualdades estructurales y crear mecanismos que fomenten la presencia de mujeres tanto como inversoras como en puestos de liderazgo.

Enquanto isso, o Dia Internacional da Mulher continuará sendo um dia de luta contra as dificuldades enfrentadas, em vez de uma celebração das conquistas alcançadas.

Fuente: SpaceMoney

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